Presidente Salmito Filho evidencia vocação econômica de Fortaleza

Utilizando a tribuna da Câmara Municipal de Fortaleza, na tarde desta quinta-feira (6), após explanação sobre a população em situação de rua na cidade de Fortaleza apresentado pelo secretário Municipal de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social Dr. Eron Moreira, o presidente Salmito Filho (PDT) reforçou o pronunciamento atentando para a vocação econômica de Fortaleza e também sobre a inserção das pessoas em situação de vulnerabilidade social ao seio da família.

O presidente Salmito iniciou sua fala parabenizando o requerimento do vereador Esio Feitosa, que trouxe até o Legislativo a equipe da SDHDS e o secretário Eron Moreira. O parlamentar frisou a importância da vinda do secretário na CMFor tratando de um assunto importante para a cidade. Na oportunidade, Salmito pediu permissão aos pares para tratar da temática economia em Fortaleza.

“Fortaleza não tem mais vocação econômica para a indústria tradicional. Até porque a Região Metropolitana e muitos fortalezenses trabalham no Complexo Industrial em São Gonçalo do Amarante. A Capital tem o território quatro vezes menor que Caucaia, nós não temos mais espaço territorial para acomodar indústrias tradicionais”, atentou o presidente.

Em continuidade, explicou sobre os outros dois setores da economia: agricultura e pecuária. “Fortaleza é uma cidade urbana e nós não temos mais a opção de um desenvolvimento de um projeto agrícola ou pecuário para produzir riqueza para o nosso povo. Dentre os três setores- indústria, agricultura e pecuária – Fortaleza não tem mais nenhumas delas. O que nos resta é o setor de serviço, comércio e turismo. É isso que gera emprego e renda para nossa gente. Fortaleza tem que ser pensada hoje e preparada para o futuro, com a responsabilidade e planejamento estratégico que possa ser viável”, esclareceu o parlamentar.

De acordo com Salmito Filho, casando com sua linha de raciocínio, o Jornal O Povo trouxe uma matéria com duas páginas inteiras tratando sobre dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (SIS/IBGE) sobre a pobreza no Brasil. “Uma matéria extraordinária que aponta dados do IBGE sobre o problema da pobreza, dos pobres e muito pobres do Brasil. A Região Nordeste lamentavelmente ainda é um local de muitos pobres. O nosso desafio é grande”, frisou.

Salmito fez comparativo entre o assunto abordado com o explanado pela SDHDS. “O que isso tem a ver com as pessoas em situação de rua? A pessoa nessa circunstância está em um cenário ainda mais complexo. Não é só a falta de emprego, que por si só já não é pouca coisa, é a falta do vínculo comunitário, básico, mais essencial que é o familiar. A grande parte dessas pessoas foram para a rua por falta de opção. Elas estão lá por grande parte serem dependentes de drogas lícitas e ilícitas ou por problemas pessoais. Levei um Projeto diretamente ao prefeito e disse o quanto é importante olhar para essa questão. No Brasil uma das melhores experiências é o da cidade de Campinas. Eles levam uma equipe multidisciplinar para abordar as pessoas em situação de rua no sentido de reconstruir laços familiares”, finalizou Salmito Filho.

ASCOM/CMFOR.

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