Namorados vão movimentar R$ 148 milhões em Fortaleza

Um ano após queda nas estimativas para o Dia dos Namorados em Fortaleza – que chegou a -9,4% em 2017 – o comércio prevê leve melhora este ano. Segundo informações da pesquisa Potencial de Consumo do Fortalezense para o Dia dos Namorados divulgada, ontem, pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-CE), os consumidores de Fortaleza deverão movimentar, este ano, R$ 148 milhões, no comércio local, com a compra de presentes.

No ano passado, enquanto as estimativas apontavam para R$ 145 milhões (contra os R$ 160 mi de 2016), a previsão atual representa uma alta de 2%, acompanhando o fraco processo de recuperação da economia.

Os artigos de vestuário, relógios e joias, itens de perfumaria, calçados, aparelhos de telefonia celular e bombons aparecem com 74,7% dos consumidores ouvidos sobre compras de presentes, especialmente, para o Dia dos Namorados – proporção bem acima dos 42,2% observados em 2017. Contudo, a data também promete animar o setor de serviços, já que 41,5% pretendem comemorar a data – índice inferior aos 46% captados no ano passado. A pesquisa ouviu cerca de mil pessoas, durante a última semana de maio.

Comportamento
A preferência dos consumidores mostra-se concentrada em seis produtos principais que, juntos, respondem por 86,1% da intenção de compra, com preponderância dos bens de uso pessoal – um avanço de 3,1% sobre 2017 (83%). Segundo o levantamento, o gasto médio estimado, para este ano, também é melhor, de R$ 226,00 – alta de 10,78% sobre a média de 2017 (R$ 204,00).

A pesquisa também revela que 46% dos consumidores pretendem comemorar o evento, sendo que 43,2% em restaurantes – índice bem acima dos 32,6% de 2016 –, enquanto que 28% o farão em suas casas, e 6,3% pretendem viajar. Apesar dessas previsões, o levantamento aponta que a proporção dos que pretendem comprar apenas um presente saltou de 67% para 81,6% este ano, enquanto os que comprarão dois caiu de 24,1% para 16,9%. Por fim, dos que não comprarão nenhum presente, o índice subiu de 53% (2017) para 55,5% em 2018.

Pretensão
Segundo a Fecomércio-CE, dos que pretendem presentear seus pares, entre as opções, os artigos de vestuário lideram a intenção de compra (28,7%), com destaque para consumidoras (38,9%), com idade até 20 anos (31,1%) e com renda familiar entre três e seis salários mínimos (31,7%). Em seguida, vem itens de perfumaria, com 17% da intenção de compra, cuja demanda será mais intensa dos consumidores do sexo masculino (17,1%), com mais de 36 anos (21,1%) e renda familiar entre três e seis salários mínimos (20,6%).

Os relógios e joias, por sua vez, aparecem com 14,3% de intenção de compra, preferidos pelas mulheres (15,3%), com idade até 20 anos (15,2%) e renda familiar acima de seis mínimos (17,6%). Já os calçados e bolsas (11,4%), tem predomínio dos homens (16,1%), entre 21 e 35 anos (14,1%) e renda superior a seis salários (16,8%).
Na sequência, os bombons, chocolates e trufas detêm 8,1% de intenção de compra, com preferência masculina (11,3%), entre 21 e 35 anos (14%) e renda superior a seis mínimos (13,1%). Por fim, os aparelhos de telefonia celular (8,1%), são mais procurados pelos homens (8,3%), com idade de até 20 anos (7,4%) e com renda familiar acima de até três mínimos (7,3%).

Pagamento
Assim como o movimento observado no ano passado, ainda reflexo do contexto econômico do País, os consumidores deverão pagar as compras, preferencialmente, à vista (56,9% das respostas) e com o cartão de crédito (42,4%) – contra os 57,8% e 36,7% registrados em 2017, respectivamente. O consumidor está consciente do seu poder de barganha e estará em busca de promoções (44,8% de citação) e fará pesquisa de preços (37,5%), mas a qualidade dos produtos (26,6%), beleza das vitrines (20,1%), e o atendimento do vendedor (20,1%) – além da variedade dos produtos (19,1%) – também poderão influenciar na escolha.

No País, 62% devem movimentar R$ 15,6 bi
O Dia dos Namorados deve levar 62% dos brasileiros às compras este ano. Em todas as capitais, estima-se que aproximadamente 93,5 milhões de brasileiros devem presentar alguém neste 12 de junho, o que deve injetar, aproximadamente, 15,6 bilhões de reais na economia, informaram, ontem, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

A pesquisa mostra que a maior parte (36%) dos entrevistados deve gastar a mesma quantia que no ano passado, enquanto 21% projetam desembolsar mais e 17% pretendem diminuir o valor gasto. Em média, o consumidor brasileiro deve desembolsar R$ 166,87 com os presentes, sendo que esse valor aumenta para R$ 225,18 entre as pessoas das classes A e B, enquanto 25% ainda não decidiram o valor que será gasto.

Para a maioria dos entrevistados (58%) a percepção é de que os produtos estão mais caros do que no ano passado. Outros 38% acreditam que os presentes se mantiveram na mesma faixa de preço e somente 4% acham que os produtos estão mais baratos do que em 2017. Como tentativa de economizar, 74% dos consumidores pretendem fazer pesquisa de preço. Entre os que devem em ir busca de ofertas mais atrativas, 76% pretendem usar a internet como principal aliada, 62% farão pesquisa de preço em lojas de shopping e 36% em lojas de rua.

Fonte: www.oestadoce.com.br

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