Fortaleza registra a terceira maior alta do País

Depois de registrar a primeira elevação do ano, em janeiro (0,04%), a inflação em Fortaleza subiu novamente em fevereiro. Em relação ao mês imediatamente anterior, o IPCA-15 da Capital – índice que mede a prévia da inflação oficial do País –, registrou 0,55% neste mês, sendo a terceira maior alta do País, enquanto que a média nacional avançou 0,34%. Com isso, o acumulado do ano, até fevereiro, registra alta de 0,59%, também a terceira maior variação acumulada do País, atrás, apenas, de Belém (0,63%) e Belo Horizonte (0,62%), estando, porém, abaixo da média nacional de 0,64%. O índice foi divulgado, ontem, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De janeiro para fevereiro, o grupo frutas apresentou a maior elevação mensal, de 7,17%, com destaque para a alta observada em banana prata (19,6%) e melancia (5,36%). Ainda entre as principais altas estão cursos regulares (5,75%); cereais, leguminosas e oleaginosas (4,17%); educação (4,16%); cursos, leitura e e papelaria (4,16%); e energia elétrica (3,16%). O grupo alimentação, essencial nos lares brasileiros, avançou na passagem mensal, seguindo o comportamento observado em janeiro (0,63%). Segundo o IBGE, houve elevação de 0,21% na Capital, sendo que a alimentação em casa recuou 0,03%.

Por outro lado, o grupo pescados registrou a maior queda, com -4,48% – especialmente nos peixes serra (-11,16%) e cavala (-5,05%) –; seguido por combustíveis veículos (-2,9%) – com variações negativas em gasolina (-3,48%), óleo diesel (-0,55%) e etanol (-0,29%). Em seguida, entre as maiores retrações, estão os grupos carnes (-2,63%) – principalmente em fígado (-4,89%), carne de carneiro (-4,32%) e peito (-4,05%); e joias e bijuterias (-2,56%).

Destaques
Por subitens, na passagem mensal, destacam-se, entre as maiores elevações na capital cearense, as altas dos feijões carioca (40,15%) e mulatinho (23,17%), além de banana prata (19,6%) e batata inglesa (10,44%), educação infantil (8,46%), cenoura (8,32%), ensino fundamental (7,7%) e feijão fradinho (7,53%). Por outro lado, segundo o IBGE, as maiores retrações, no período analisado, foram registradas em itens como passagem aérea (-18,35%), tomate (-12,3%) e maracujá (-10,12%).

No período de janeiro a fevereiro, considerando as categorias que mais subiram, em Fortaleza, estão frutas (17,34%) – categoria impactada, principalmente, pelas altas da banana prata (34,73%), uva (15,56%), maçã (12,25%) e melancia (12,14%) –; tubérculos, raízes e legumes, com 7,87% – com destaque para cenoura (35,19%), cebola (29,97%) e batata inglesa (16,54%); cursos regulares (5,75%); educação (4,52%); cursos, leitura e papelaria (4,52%); cuidados pessoais e higiene pessoal (ambos com 4,46%); e açúcares e derivados (4,22%). Já entre as menores variações, estão plano de saúde (1,61%) transporte público (1,44%) – impulsionado pelos reajustes das tarifas de ônibus urbano da Capital (5,88%) e interestadual (10,56%), em janeiro –; calçados e acessórios (1,33%) entre outros.

Entre as principais contribuições para a elevação do índice acumulado, em 12 meses, terminados em fevereiro (3,15%) – considerando o fator peso na composição do índice –, estão alimentação e bebidas (3,32%); e alimentação no domicílio (3,04%). Enquanto isso, os transportes subiram 2,27% – sendo transporte público (4,87%) e veículo próprio (2,73%) –, com destaque ônibus urbano (6,9%), intermunicipal (6,2%), enquanto a passagem aérea caiu (-15,88%). No grupo habitação (3,87%), se destacam os reajustes médio das taxas de condomínio (3,82%); aluguel e taxas (2,52%); e água e esgoto (1,03%).

Brasil
No País, O IPCA-15, registrou uma taxa de 0,34% em fevereiro deste ano, a menor para meses de fevereiro desde o Plano Real, implantado em 1994. A taxa é, no entanto, superior à registrada em janeiro (0,3%). Com a prévia de fevereiro, o IPCA-15 acumula taxas de 0,64% no ano e de 3,73% em 12 meses. Na prévia de fevereiro, a maior inflação foi registrada no grupo de despesas educação (3,52%), que sofreu com os reajustes de mensalidades escolares, que costumam ser feitos no início do ano. Os cursos regulares subiram 4,6% e os cursos diversos, 3,16%.

Também registraram inflação os grupos alimentação e bebidas (0,64%), saúde e cuidados pessoais (0,56%), artigos de residência (0,47%), despesas pessoais (0,3%), habitação (0,18%) e comunicação (0,05%). Por outro lado, os grupos de despesas vestuário e transportes registraram deflação (queda de preços) e ajudaram a frear a inflação. Os custos com vestuário caíram 0,92%. Já os transportes ficaram 0,46% mais baratos, devido às quedas de preços da gasolina (2,43%), etanol (1,31%) e óleo diesel (0,15%).

Agências.

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