Ceará cria 2.039 empregos e tem melhor maio desde 2014

O Ceará registrou a geração de 2.039 postos de trabalho em maio ante igual período do ano passado. De janeiro a maio, acumula 8.168 empregos com carteira assinada. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados divulgado ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O saldo positivo é o melhor dos últimos três anos para o mês.

Puxaram o crescimento em maio a construção civil, com 1.534 contratações, e serviços (1.054). Serviços industriais de utilidade pública registraram 13 vagas, enquanto a administração pública apresentou saldo positivo de nove postos.

A maior retração se deu com a indústria da transformação (-228 postos). Agropecuária perdeu 112 vagas. No acumulado de 2018, comércio gerou mais vagas (6.608) juntamente à indústria da transformação (4.137). As maiores baixas foram comércio (-3.523) e agropecuária (-1.427).

A construção civil foi beneficiada com obras públicas e contratações para o Aeroporto de Fortaleza. De acordo com José Carlos Gama, vice-presidente da Área Imobiliária do Sindicato das Construtoras (Sinduscon-CE), a maré de novos empreendimentos ainda está em baixa. “Houve também o edital de melhoramento das estradas pelo Governo do Estado, além do Minha Casa Minha Vida do Governo Federal que resultaram em contratações”.

Enquanto serviços foi bem, o comércio amarga perdas. A greve dos caminhoneiros impactou no saldo de empregos. É o que indica Assis Cavalcante, presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL Fortaleza). “O empresário se viu forçado, já que passava por situações de dificuldade e com prejuízo, a demitir funcionários”, justifica.

Ele acredita que mesmo a taxa de juros baixa não garante a retomada do consumo. “Não há confiança no atual governo. O empresário não investe e assim não tem empregabilidade”, pontua. No entanto, para junho, a expectativa é de real melhora em decorrência da primeira parcela do 13º salários da Prefeitura de Fortaleza e do Governo do Estado. O incremento na economia do Ceará é de R$ 1,82 bilhão.

A indústria também sofreu com a paralisação dos caminhoneiros. Empresas concederam férias coletivas aos empregados. “O clima de insegurança pode fazer com que o industrial, nos meses de junho e julho, tenha uma predisposição menor às contratações”, alerta Guilherme Muchale, gerente do núcleo de Economia e Estratégia da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec). Para que não ocorra prejuízo nos próximos meses, é necessário aumentar a confiança do empresário ao longo do ano. Sobre o acumulado de 2018, com 4.137 empregos, o número é puxado pelo setor calçadista, especialmente no interior do Estado.

Fonte: www.opovo.com.br

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