Associações de juízes repudiam ameaças ao Poder Judiciário

A AJD (Associação Juízes para a Democracia) divulgou nota em que repudia “a ameaça de fechamento” do STF (Supremo Tribunal Federal), proferida pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).
Já Ajuris (Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul) divulgou nota pública em que manifesta repúdio “a qualquer tentativa, venha de quem vier, de intimidar ou constranger o Poder Judiciário em face do processo eleitoral”.

A AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) também condenou os ataques ao Poder Judiciário. “O Poder Judiciário é independente, e os magistrados brasileiros não se curvam a ataques de qualquer natureza ou a pressões externas. Seguimos firmes no propósito institucional de assegurar a paz social e entregar Justiça à sociedade”, afirmou Renata Gil, presidente da AMB ao jornal O Globo.

AJD
A Associação Juízes para a Democracia (AJD) repudia veementemente a ameaça de fechamento do Supremo Tribunal Federal proferida pelo deputado federal recentemente eleito Eduardo Bolsonaro e divulgada no último final de semana.

Em um cenário de intensa instabilidade política e de fragilidade democrática, qualquer forma de intimidar o Supremo Tribunal Federal ou qualquer outro órgão do Poder Judiciário significa atentar contra o Estado Democrático de Direito.

Ameaças explícitas ou veladas devem ser vigorosamente repelidas pelas instituições e pelos cidadãos compromissados com a Democracia.
Ao tempo em que se solidariza com o Supremo Tribunal Federal e com seus ministros, a Associação dos Juízes para a Democracia permanecerá na defesa dos valores jurídicos próprios do Estado Democrático de Direito, da defesa da independência do Poder Judiciário e da proteção dos Direitos Humanos.

Ajuris
A Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (AJURIS) vem a público manifestar a sua preocupação com o clima criado na disputa eleitoral para a presidência da República, conclamando os eleitores e os líderes formadores de opinião a que procurem desarmar os ânimos, respeitar a divergência e democraticamente aceitar o resultado da eleição.
Manifesta também o seu repúdio a qualquer tentativa, venha de quem vier, de intimidar ou constranger o Poder Judiciário em face do processo eleitoral, o que fere gravemente a democracia.
Não cabe, a quaisquer dos agentes envolvidos no processo eleitoral, desafiar ou ameaçar as instituições responsáveis pela fiscalização do pleito.
O país precisa ser pacificado e o respeito ao Poder Judiciário -como guardião da Constituição Federal-, que poderá ser chamado a decidir sobre a lisura do processo eleitoral e do respeito da vontade do eleitor, é passo fundamental para serenar a nação.

 

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