União entre poderes federal, estadual e municipal ajudam na limpeza das praias

Em Alagoas, ministro do Meio Ambiente disse que trabalho conjunto do Governo Federal com os poderes estaduais e municipais tem possibilitado a limpeza das praias.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, reforçou que o Governo Federal tem disponibilizado tecnologias, equipes e parcerias internacionais para identificar as causas do vazamento desde o início do problema. Segundo ele, são cerca de 10 mil homens do Exército trabalhando de forma ininterrupta na área. Salles afirmou que o momento é de trabalho e ressaltou que um trabalho conjunto do Governo Federal com os poderes estaduais e municipais tem possibilitado a limpeza das praias.

“Desde as primeiras manchas que surgiram, os esforços para monitoramento e identificação têm sido feitos. Ao contrário do que foi equivocadamente pensado, sistemas de monitoramento sofisticados foram acionados de pronto. Da mesma maneira, o avião-radar do Ibama vem sobrevoando o litoral brasileiro do Maranhão à Bahia, mas a mancha tem aparecido somente próximo às praias. E o trabalho que vem sendo feito, de forma impecável, é a retirada desse material do mar, tão logo ele toca a costa”

Em Alagoas, o ministro esteve em Barra de São Miguel (AL) junto com o presidente em exercício, Davi Alcolumbre. Em entrevista à imprensa, Salles destacou que o petróleo encontrado nas praias no Nordeste não tem origem nas bacias brasileiras. Segundo ele, o Governo Federal, a Marinha e outros órgãos “tem feito tudo que tem ao seu alcance, em termos de tecnologia, equipes e colaboração internacional”, para identificar as causas do problema.

“Não se sabe direito como o óleo chegou aqui, dentre outras razões, porque para escoar sua produção de maneira clandestina há uma série de navios fantasmas que saem da Venezuela e transitam, inclusive em frente à costa brasileira, com seu sistema de transporte desligado e uma série de outras medidas dissuasórias que não permitem o rastreamento”, disse Salles.

Na terça-feira (24), o comandante da Marinha, Ilques Barbosa, explicou que a maior probabilidade é que o vazamento tenha partido de um navio irregular, chamado de dark ship. Em função de alguma restrição ou de embargo, esse tipo de embarcação navega com uma carga que não pode ser comercializada e, por isso, não alimenta os sistemas de identificação.

 *Com informações da Agência Brasil e Agência Senado

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