Presente a abertura da Semana Pedagógica de Quixadá, presidente do Sindsep ignora manifestação dos professores

Durante os últimos anos, os quixadaenses suspeitavam que o Sindicato do Servidores Públicos Municipais de Quixadá, Banabuiú, Ibaretama, Choró e Ibicuitinga (Sindsep) era conivente com as gestões comandada por petistas, na Terra dos Monólitos.

Nos três primeiros anos da atual administração de Ilário Marques (PT), os munícipes e os servidores passaram a ver que as atitudes da presidente do Sindsep, Neiva Esteves, mostra que o órgão classista é conivente com as ações do Executivo quixadaense em desfavor dos trabalhadores do município. A suspeita passou a ser fato consumado.

A manhã dessa segunda-feira (27) provou mais uma vez que Neiva Esteves comanda o Sindsep para representar, dentro da instituição, os interesses do alcaide. Ela participou do evento de abertura da Semana Pedagógica de Quixadá e ignorou a manifestação que estava sendo feita no lado de fora pelos professores da rede pública de ensino.

Os professores, sem a representatividade do sindicato, realizaram a manifestação para cobrar da Prefeitura de Quixadá o reajuste de 12,84% nos seus vencimentos, um direito que tem sido renegado pelo Sindicato desde 2017, ano em que o prefeito reajustou os salários em apenas 3%, quando deveria ser 6,81%. O Sindsep, daquele ano até ontem (27), não fez uma manifestação pelo restante do aumento. Em relação ao deste ano, a instituição mantém silêncio e nada de carro de som e bandeiras nas ruas cobrando os direitos de quem deveria defender.

Vale destacar que a postura do sindicato em defender os interesses da atuação gestão é nítida. Quando as administrações do município não são comandadas por Ilário Marques (PT), qualquer que seja uma ação governamental que prejudique os trabalhadores, cobranças e greves são  deflagradas. Já quando o petista está no poder parece que é ele quem dita as regras no Sindesp. Nem mesmo quando se trata dos atrasos nos salários dos garis, Neiva Esteves tem se manifestado. Abandonados, os agentes de limpeza sofrem calados com medo de perseguição. Além deles, vários profissionais da área da Saúde também não recebem em dia, e o tratamento do órgão classista tem sido o mesmo: O silêncio.

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