Outubro Rosa: hospital recebe doações de cabelos para confeccionar perucas

O Hospital Geral Dr. Waldemar Alcântara (HGWA), está recebendo doações de mechas de cabelos para o projeto “Um Pedacinho de Amor não Dói”, responsável por confeccionar perucas para pessoas com câncer.
Para doar, é necessário cortar uma mecha de cabelo com no mínimo 15 centímetros e entregá-la na recepção do HGWA, que fica na Rua Dr. Pergentino Maia, 1559, no bairro Messejana, em Fortaleza. Como medida de prevenção à covid-19, o hospital não realizará neste ano a ação tradicional com cabeleireiros voluntários para atender os doadores.
“Para nós é importante e extremamente satisfatório apoiar projetos como esse, que ajudam centenas de crianças. Apesar de o HGWA não ser um hospital de referência no tratamento do câncer, acreditamos que promover e incentivar gestos de solidariedade fazem a diferença na vida de quem está passando pelo tratamento”, ressalta o diretor-geral do hospital, Denys Briand.
Antes de cortar o cabelo, é importante limpá-lo e secá-lo naturalmente, sem o uso de secador ou chapinha. É possível doar qualquer tipo de cabelo, seja ele natural ou com química. O corte pode ser feito pela própria pessoa, caso ela tenha habilidade, ou por um cabeleireiro. Caso opte pelo profissional, o que é o mais indicado, é importante informá-lo sobre a intenção de doar as mechas para que ele realize o corte de forma correta.
É necessário prender a mecha com um elástico e cortá-la cerca de um ou dois centímetros acima da marca. Depois disso, coloque as mechas em um saco plástico limpo e seco. Para que uma peruca seja confeccionada é preciso captar, em média, meio quilo de cabelo.
Projeto
O projeto “Um pedacinho de amor não dói” foi criado há seis anos pela estudante Marília Karen com o intuito de confeccionar perucas para crianças em tratamento contra o câncer. As doações são destinadas a diversas entidades e a pessoas com câncer que não possuem condição financeira para comprar uma peruca. O HGWA é parceiro da iniciativa há cinco anos.
“Resolvi criar o projeto para ajudar principalmente as crianças, que são mais sensíveis à perda do cabelo. Ter o Waldemar como apoiador e parceiro é fundamental para a captação das mechas, já que não temos local próprio para captá-las”, afirma Marília.

oe

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