Cruz Vermelha admite falcatrua e garante que luta para acabar com corrupção

O presidente da Cruz Vermelha Brasileira (nacional), Júlio Cals, concedeu entrevista ao CN7, nesta quarta-feira (15), e afirmou que a instituição, no Rio Grande do Sul, foi aparelhada por uma quadrilha para funcionar como foco de corrupção. Isso, segundo ele, não se disseminou pelos outros estados. Por isso, garante que a relação da Cruz Vermelha Brasileira no Ceará com a Fortcap — de quem recebe dinheiro para custear as atividades humanitárias — não é irregular e é amparada por lei.

Ainda segundo Júlio, todos os envolvidos em irregularidades foram afastados da instituição.

O presidente da Cruz Vermelha Brasileira no Ceará, Allan Damasceno, também concedeu entrevista ao CN7 e enfatizou que a parceria com a Fortcap não é ilegal.

Os presidentes da instituição se manifestaram após o CN7 revelar ontem (14) que a Polícia Federal investiga a relação da Cruz Vermelha com o jogo, desde que descobriu, como o próprio Júlio Cals confirmou, a ação de uma quadrilha nos quadros administrativos da filial do Rio Grande do Sul.

CN7

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