Artigo de opinião: Você aderiu a cultura do poupar?

O brasileiro ainda não aderiu à cultura do poupar. E esse hábito é um dos
segredos mais valiosos da prosperidade. Porém, para quem tem dívidas não há investimentos ou poupança viável, pois, todos os esforços devem estar concentrados em um único objetivo: quitar os débitos. E apesar da nobreza do objetivo de quitar os débitos, não vai poder poupar ou investir e isso com certeza, é um atraso de vida no projeto pessoal de juntar patrimônio de qualquer pessoa.

Muitos acreditam que ser prósperos é ter dinheiro suficiente para custear
todos os luxos que cabem na própria imaginação. Porém, esse conceito de “riqueza” carrega muitas falhas, uma vez que dá brechas para o descontrole financeiro, colocando a pessoa à mercê do próprio dinheiro.

Ser próspero, na minha concepção é ter condições de arcar de forma
confortável com um padrão de vida escolhido pela pessoa, ter, algum conforto e luxo dentro de um planejamento e principalmente, dentro de seu poder de comprar. E, o mais libertador, ser próspero é ter liberdade para fazer escolhas. Onde quero morar, onde quero trabalhar, onde vou estar nos próximos cinco ou dez anos, isso é poder de escolhas e está diretamente relacionada com o conceito de riqueza que na minha opinião é o mais pleno e cheio de sentidos.

Esse nível de prosperidade é possível a qualquer pessoa que se proponha
há uma organização financeira, para isso é preciso poupar de forma consistente e constante, mas se alguém tem dívidas, não pode se quer começar um projeto desta grandeza, o que significa tempo de vida perdido.

Nesse sentido, pague suas dívidas o quanto antes e depois comece esse
novo projeto de vida. Quer sabe mais? Tenho muitas dicas de educação financeira e sobre investimentos, me acessa pelo WhatsApp 85 9 9848-7806 e pelos Instagram mindesetempreendedor.

Por Profa. Dra. Valéria Bastos.
Gestão de investimentos e educadora financeira. Conciliadora e Mediadora
certificada pelo Conselho Nacional de Justiça. Discente do curso de Direito, com foco em gestão financeira. Mestre e Doutora na área de Saúde Coletiva, com ênfase em gestão, avaliação e políticas públicas.

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